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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Livro de São Cipriano - Capa Preta.

Este assunto, particularmente, se encaixaria em tantas categorias e séries (criadas tanto por mim quanto por outros autores, alguns que nem compõe mais o time IÉB), que optei fazer uma matéria independente, sem destacar nenhuma delas em específico. Aqui, falaremos de Magia, Ocultismo, Mitos, Lendas, Bizarrices, Sobrenatural, Mistérios, Feitiços, Demônios, Bem e Mal… Seria difícil destacar um campo único. O nosso assunto de hoje é altamente complexo, assim como fascinante e assustador. Então, “se você é desses que tem medo da própria sombra;  se escuta um calango chiar no mato e pensa que é uma cobra; se vai tomar uma xícara de café e bate um baião na beira do pires, tome cuidado… Pois o post que lhes apresento é capaz de abalar o seu sistema nervoso“!!! (By: um personagem que não recordo o nome, em um filme que também não recordo, e que na verdade não vem ao caso). Sério. O post tá normalzinho em sua maioria, mas com certeza vai lhe deixar curioso e meio, e é isso que pode dar merda. Se decidir continuar, agora é por sua conta e risco. Aguente as consequências, e não venha me culpar posteriormente, pois os avisos foram dados… Em excesso, inclusive.


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 A lenda de São Cipriano - O Feiticeiro, confunde-se com a de São Cipriano de Cartago, santificado pela Igreja Católica, que ficou conhecido como o “Papa Africano“. Apesar do abismo histórico que os afasta, as lendas combinam-se e os Ciprianos, muitas vezes, tornam-se um só na cultura popular. É comum encontrarmos fatos e características pessoais atribuídas equivocadamente. Além dos mesmos nomes, os mártires coexistiram, mas em regiões distintas.

São Cipriano – O Feiticeiro

sao-ciprianoA fantástica trajetória do Feiticeiro e Santo da Antioquia (de quem falaremos), representa o elo entre Deus e o Diabo, entre opuro e o pecaminoso, entre a soberba e a humildade. São Cipriano é mais que um personagem ou um livro de magia; é umsímbolo da dualidade da fé humana.
Filho de pais pagãos e muito ricos, nasceu em 250 d.C. naAntioquia, região situada entre a Síria e a Arábia, pertencente ao governo da Fenícia. Desde a infância, Cipriano foi induzido aos estudos da feitiçaria e das ciências ocultas como a alquimia, a astrologia, a adivinhação e outras diversas modalidades de magia.
Após muito tempo viajando pelo Egito, Grécia e outros países, aperfeiçoando seus conhecimentos, aos trinta anos de idadeCipriano chega à Babilônia, a fim de conhecer a cultura ocultista dos Caldeus (Clique na palavra para ter uma definição da Wikipédia). Foi nesta época que encontrou a bruxa Évora, onde teve a oportunidade de intensificar seus estudos e aprimorar a técnica da premonição, acima de tudo. Évora morreu em avançada idade, mas deixou seus manuscritos para Cipriano, os quais foram de grande proveito. Assim, o feiticeiro dedicou-se arduamente, e logo se tornou conhecido, respeitado e temido por onde passava.

O Livro

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O Livro de São Cipriano é um grimório publicado em diversos países, inclusive no Brasil pela Editora Eco, do Rio de Janeiro. A obra contém diversos rituais de ocultismo, mais especificamente magias (branca e negra), com múltiplas finalidades, benéficas e maléficas, inclusive para o cotidiano.
Hoje, o livro é uma verdadeira coleção, onde todos afirmam ser os verdadeiros livros de São Cipriano, mas, na verdade, São Cipriano só escreveu um: O Livro de São Cipriano de Capa Preta.
Cipriano, o feiticeiro, é celebrado no dia 2 de outubro. Mesmo dedicando boa parte de sua vida ao estudo das ciências ocultas, após deparar-se com a jovem Justina, converteu-se ao cristianismo. Martirizado e canonizado, sua popularidade cresceu devido ao famoso Livro.

O Antigo e Verdadeiro Livro Gigante de São Cipriano – Capa Preta

livro_ciprianoO famoso Livro de São Cipriano foi redigido antes de sua conversão. Grande parte de seus manuscritos foi queimada por ele mesmo. A questão é que, não se sabe quando, e por quem os registros foram reunidos e traduzidos do hebraico para o latim, e posteriormente levados para diversas partes do mundo.
No decorrer dos anos, o conteúdo sofreu alterações significativas, além da adequação necessária na tradução para os vários idiomas. Esses fatores colocam em dúvida a fidelidade das versões recentes, se comparadas às mais antigas.
Atualmente, não é possível falar do Livro, mas sim Dos Livros. As edições capa preta e capa de aço, ou aquelas intituladas como “oautêntico”, “o verdadeiro” ou “o único”, enfatizam um mesmo acervo mágico central, e ainda exaltam o cristianismo e a vitória do bem sobre o mal. Porém, existem grandes diferenças no conteúdo. Enquanto alguns exemplares apresentam histórias e rituais inofensivos, outros apelam para campos negativistas e destrutivos da magia, chegando a ser taxados de “A bíblia do diabo”.
 Num aspecto geral, encontram-se instruções aos religiosos para tratar de uma moléstia, além de cartomancia, esconjurações, rituais, invocações e exorcismos. A Oração da Cabra Preta, Oração do Anjo Custódio e outras da crença popular também são inclusas (Magnificat, Cruz de São Bento, Oração para Assistir aos Enfermos na Hora da Morte etc.). Além dos rituais de como obter um pacto com o demônio, como desmanchar um casamento e a caveira iluminada com velas de sebo, o livro, tanto nas edições capa preta quanto capa de aço, trazem em seu conteúdo magias como O poder de ficar invisível, Como se livrar de um inimigo, Encanto para criar um diabinho e ter tudo que deseja, Diabo na garrafa, Feitiços para amor não correspondido,Como forçar marido ou esposa a ser fiel, Encantos para ter qualquer mulher, Magias para afastar pessoas e coisas de você, Encantos para trazer “ex” de volta, Metamorfose em outros seres ou pessoas entre muitos outros.
Há ainda os mitos que o cercam: muitos consideram ser pecado mortal possuí-lo ou simplesmente tocá-lo. De qualquer forma, o tema São Cipriano e tudo que o cerca, é um campo de estudo e pesquisa muito interessante para ocultistas, religiosos, aventureiros ou apenas curiosos, mesmo.
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A Conversão Cristã

CipriJustVivia em Antioquia a bela e rica donzela Justina. Seu pai Edeso e sua mãe Cledonia, a educaram nas tradições pagãs. Porém, ouvindo as pregações do diácono Prailo, Justina converteu-se ao cristianismo, dedicando sua vida as orações, consagrando e preservando sua virgindade.
Um jovem rico chamado Aglaide apaixonou-se por Justina. Os pais da donzela (já convertidos à fé Cristã também) concederam-na por esposa. Porém, Justina não aceitou casar-se. Aglaide recorreu a Cipriano para que o feiticeiro aplicasse seu poder, de modo que a donzela abandonasse a fé e se entregasse ao matrimônio.
Cipriano investiu a tentação demoníaca sobre Justina. Fez uso de um pó que despertaria a luxúria, ofereceu sacrifícios e empregou diversas obras malignas. Mas não obteve resultado, pois Justina defendia-se com orações e o Sinal da Cruz.
A ineficácia dos feitiços fez com que Cipriano se desiludisse profundamente perante sua fé e se voltasse contra o demônio, que lhe deixara na mão. Influenciado por um amigo cristão de nomeEusébio, o bruxo converteu-se ao cristianismo, chegando a queimar seus manuscritos de feitiçaria e distribuir seus bens entre os pobres.

A Morte

Cipriano_e_JustinaAs notícias da conversão e das obras cristãs de Cipriano e Justina, chegaram até o imperador Diocleciano que se encontrava na Nicomédia. Assim, logo foram perseguidos, presos e torturados. Frente ao imperador, viram-se “forçados” a negar a fé cristã: Justina foi chicoteada, e Cipriano açoitado com pentes de ferro. Não cederam.
Irritado com a resistência, Diocleciano ainda lançou Cipriano e Justina numa caldeira fervente de banha e cera. Os mártires não renunciaram, e tampouco transpareciam sofrimento. O feiticeiro Athanasio (que havia sido discípulo de Cipriano) julgou que as torturas não surtiam efeito devido a algum sortilégio lançado por seu ex mestre. Na tentativa de desafiarCipriano e elevar a própria moral, Athanasio invocou demônios e magias, e atirou-se na caldeira. Seu corpo foi dizimado pelo calor em poucos segundos.
Após este fato, o imperador Diocleciano finalmente ordenou a morte de ambos. No dia 26 deSetembro de 304. Os mártires e um outro cristão de nome Teotiso, foram decapitados às margens do Rio Galo, na Nicomédia. Os corpos ficaram expostos por 6 dias, até que um grupo de cristãos recolheu-os, levando-os para Roma, e deixando-os sob os cuidados de uma senhora chamadaRufina. Já no império de Constantino, os restos mortais foram enviados para a Basílica de São João Latrão.
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Curiosidades

  • O fato mais curioso da vida de São Cipriano, é ele ter queimado seus manuscritos, e tempos depois os mesmos terem reaparecido como O livro de Capa Preta. Ninguém sabe ou sequer imagina como ele reapareceu, mas foi traduzido para vários idiomas, incluindo o nosso Português Brasileiro.
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  • Vários outros livros apareceram usando o nome de Cipriano, e o próprio livro de Capa Preta dizem ter sido muito alterado com o tempo.
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  • O Livro é repleto de magias negras pesadas incluindo a Oração da Cabra Preta (Não me perguntem por quê essa oração é tão citada).
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  • Apesar de tantas histórias, não existem fatos concretos de que Cipriano realmente existiu.
Encontrei um relato que achei muito interessante (dentre muitos que pude ler e até ouvir em outros tempos), e achei legal compartilhar com vocês:
“Há um tempo atrás comprei um livro chamado “São Cipriano Capa Preta”. Esse livro contem a história da vida do bruxo Cipriano e inúmeros feitiços e rezas, além de trazer ensinamentos tanto da magia negra quanto à branca. O fato é que desde que começei a ler esse livro começei à ter muitos pesadelos à noite. Até aí eu achava que estava tudo bem, pois o livro contém passagens que impressionam, como as conversas de Cipriano com Lúcifer, os espíritos das bruxas que apareceram à Cipriano, rituais de exorcismo e até um vodu. Mas mesmo tendo pesadelos continuei lendo o livro, e sempre que possivel fazendo alguns dos “trabalhos” do livro. Nunca acreditei no sobrenatural, mas agora minha opinião mudou. Meu primeiro contato com o sobrenatural foi numa noite à qual eu dormia e comecei a escutar uma respiração ofegante e gemidos bem baixos. Acendí a luz e ví uma mulher de roupa branca, pendurada numa corda, como se tivesse sido enforcada. Seus olhos estavam fechados e a tal mulher estava branca como papel. Nunca sentí tanto medo na vida quanto aquela noite. Saí do quarto e chamei um vizinho para ver. Na hora que ele chegou e nada viu disse: – “Pô cara, você me acorda as três da madrugada para me sacanear,está louco?” Depois de falar isso voltou à sua casa. De fato à mulher não estava mais lá, não havia explicação, tentei dormir na sala, mas aquilo não saia da minha mente e não me deixou dormir aquela noite. Deduzí que aquilo era algo sobrenatural e com certeza era culpa do maldito Cipriano, dei um fim no livro. Mas mesmo assim vejo espíritos, não em todos os lugares, nem com uma frequencia muito grande, mas vejo. Não sei se isso é um dom, mas tenho muito medo.
Se falo para alguém ou fazem chacota ou me tratam como insano. Além desse negócio de ver espíritos, acabei perdendo meu emprego e minha mulher se separou de mim.
Não tenho dúvidas, o livro de São Cipriano é maldito!”
S.D.T. – Contagem, Minas Gerais.
Aqui, quero alertar que, mesmo que não acreditem no relato acima (Que é apenas um dos muitos que já ouvi ou já li), o livro tem um conteúdo forte, e que muitos afirmam (como o caso acima) que pode mudar sua vida da noite para o dia. NÃO LEIA se não tiver certeza do que está fazendo, ou se, no mínimo, você é uma daquelas pessoas que se impressiona fácil. Caso contrário, acredite: O mínimo que estes livros (ou fragmentos) podem fazer contigo, é tirar teu sono por várias e várias noites. Li alguns pedaços isolados de ambas as publicações que disponibilizei, e o conteúdo é de certa forma “pesado” para algumas pessoas.
Esse parágrafo foi adicionado após acordar, no mesmo dia em que comecei a editar esse post (17-10-2013). Só quero acrescentar que, mesmo eu não sendo uma dessas pessoas que se impressiona fácil, eu acabei tendo pesadelos. No sonho, meu advogado me dava 8 tiros. E eu, encaro isso como um aviso; um teste. O sonho foi tão “real”, que eu acordei com “as áreas atingidas” queimando/ardendo (mesma sensação de ser baleado, segundo um colega que já foi atingido em combate). Insisto: Isso é o mínimo que pode lhe acontecer, caso você insista em ler pelo menos trechos do(s) livro(s). Isso não vem ao caso, mas eu achei que deveria comentar: Sou cristão, não sou de frequentar nenhuma igreja ou templo, mas tenho em mim uma fé muito forte, que já me manteve de pé em situações complicadas… E mesmo assim, passei pela experiência citada acima. Volto a alertar: Se não tiver certeza do que está fazendo, se for de se impressionar fácil, se tiver cabeça fraca ou estiver passando por momentos difíceis, NÃO LEIA SEQUER FRAGMENTOS DESTA OBRA. Após a experiência, até a imagem destaque eu modifiquei, e coloquei o alerta logo na entrada do post, pois com certeza, a leitura da história incitará a curiosidade, e muita gente vai acabar lendo e se arrependendo. É sério, gente…
Mesmo assim, após muito pensar se deixava ou retirava, resolvi deixar disponível, o download de duas versões que achei (Logo abaixo dos links, explicarei porque deixei): O Livro De São Cipriano Capa Preta – O Legítimo, e  O Antigo e Verdadeiro Gigante Livro De São Cipriano – Capa Pretapara quem desejar se aprofundar mais no assunto. Não achei a versão Capa de Aço em lugar nenhum, assim como o Capa Preta completo.

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Os quatro cavaleiros do Apocalípse.


Os Quatro Cavaleiros são personagens descritos na terceira visão profética do Apóstolo João no livrobíblico de Revelação ou Apocalipse. Os quatro cavaleiros do apocalipse são  Guerra, Peste, Fome e Morte. Que para os cristãos vai acontecer antes do fim de todas as coisas.




Após contemplar toda a estrutura da organização celestial de Deus, João vê em sua mão direita um rolo com sete selos. Em seguida Jesus Cristo tira o rolo da mão direita daquele que está assentado sobre o trono. Esses cavaleiros começam sua cavalgada por ocasião da abertura do primeiro desses "sete selos" e a cada selo aberto um cavaleiro aparece no total de quatro. Há interpretações que associam esses eventos com os descritos nas visões do profeta Daniel que se iniciam no final das 70 semanas e cavalgam até a Grande tribulação findando no Armagedom.

Os quatro cavaleiros são denominados: GUERRA, FOME, PESTE E MORTE

Guerra:




O Cavaleiro do Cavalo Vermelho, que tem uma Grande Espada, símbolo das guerras sangrentas. Acredita-se que o mesmo representa os flagelos, os meios pelos quais "Deus" castigaria e oprimiria os adoradores da besta e do falso profeta.

"E saiu outro, um cavalo vermelho; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada."
— Apocalipse 6:4

Fome:




O Cavaleiro do Cavalo Negro, carrega consigo uma Balança e traz com isso, segundo uns, a justiça (proteção aos justos), segundo outros (a maioria dos estudiosos) o colapso econômico e a fome, pois a balança seria símbolo dos alimentos racionados e dos preços exorbitantes.

"E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão. E eu ouvi uma voz como que no meio das quatro criaturas viventes dizer: "Um litro de trigo por um denário, e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho."
—Apocalipse 6:6


Peste:



Diz a Bíblia que ele é o mais Seguido de todos, o que remete a Zacarias 10:3-5, onde o profeta reúne seu "rebanho" e segue após ser "coroado", travando batalhas contra seus inimigos(pregando). Este cavaleiro faz pensar nos partos ("Feras da terra"), cuja arma característica era o arco, terror do mundo romano no século I (cf. Dt 7,22; Jr 15,2-4 e 50,17; Ez 34,28 e 9, 13-21)

"E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória."
— Apocalipse 6:2


Morte



O Cavaleiro do Cavalo Baio (amarelo-esverdeado: a cor do cadáver que se decompõe), traz consigo a morte, a privação do plano terrestre, sendo ele o último cavaleiro.
A tradição popular perpetuou a ideia de que este último animal seria uma égua esquálida e não um cavalo. A citação do Inferno que a acompanha é, tradicionalmente, representada pelo Leviatã a engolir as vítimas, destinadas à morte eterna.

"Então ouvi a quarta Criatura:"Venha" e apareceu um cavalo baio,o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto."
— Apocalipse-6:7



Os cavaleiros e suas cavalgaduras

Os cavaleiros e seus cavalos, tal qual são descritos na Bíblia
Cor do CavaloSimbolismo da corCavaleiroPoderSimbolismo do CavaleiroDescrição original grega
Branco/cinzaFalsa inocência/ paz disfarçada.Tem um arco (ou um arco-íris), uma coroa e uma máscara.Conquistar.Anticristo, o falso Cristo, a falsa religião.ίππος λευκός (híppos leukós), o Cavalo Branco
VermelhoO sangue derramado no campo de batalha.Porta uma espada.Traz a guerra.Guerra, destruiçãoίππος πυρρός (híppos pyrrós), o flamejante Cavalo vermelho
PretoEscuridão, planícies desertasPorta uma balançaEscassez de alimentosPenúria, fome, trocas injustasίππος μέλας (híppos mélas), o Cavalo Negro
AmareloA cor do cadáver que se decompõePorta um tridente, um alfanje ou uma gadanhaDestruir pela guerra, pela fome, pela peste, etc.Morteίππος χλωρός, θάνατος (híppos khlōrós, thánatos), o Cavalo verde pálido, chamado Morte

Aqui uma suposta aparição do cavaleiro que representa a guerra. Você acha que tudo já começou?
Os últimos acontecimentos mundiais são apenas coincidências com as escrituras? Assista esse vídeo e tire suas próprias conclusões:



domingo, 14 de dezembro de 2014

A Bíblia satânica

Negando as práticas ocultistas, o livro escrito por Anton LaVey, também fundador da Igreja de Satã, afirma que Satã é na realidade uma força da natureza e pode ser invocado com rituais mágicos

O livro foi publicado originalmente no ano de 1969 e já teve mais de 30 edições, sendo reconhecido como a obra mais expressiva do chamado satanismo ateu.
Ao contrário do que muitos acreditam, a Bíblia Satânica não demonstra o diabo baseado nos ensinamentos cristãos, onde configura-se a imagem de um ser cruel opondo-se a um Deus bondoso, na realidade, no livro de LaVey, Deus e Satã são muitas vezes citados como a mesma entidade.
Para o satanista que segue os escritos de Anton LaVey, Jesus e suas leis de caridade não passam de uma grande mentira, além disso o livro prega que Satanás não almeja adoração, apenas que que cada um viva de acordo com sua própria lei.




AS QUATRO PARTE DA BÍBLIA SATÂNICA


Na primeira parte do livro, LaVey afirma que os Dez Mandamentos são uma grande farsa, o próprio Satã questiona uma a uma as leis que Javé teria passado a Moisés em tábuas.


Eu exigirei as razões da sua regra de ouro e perguntarei a origem e a finalidade dos seus dez mandamentos.
Aquele que disser que você precisa se curvar a mim é o meu inimigo mortal!

Na segunda parte do livro, formado por um total de 12 capítulos, nos são apresentados os quatro príncipes do inferno, Satã, Lúcifer, Belial e Leviatã, bem como regras de comportamento, onde o hedonismo é considerado uma qualidade.
Sentimentos como o amor e o ódio são discutidos no Livro de Lúcifer, onde orgias são liberadas e até mesmo estimuladas.
A mentira que tem sido inculcada na criança desde pequena no joelho da mãe – é mais perigosa de combater do que contra a sorrateira pestilência!

Na terceira parte, no Livro de Belial, são descritos os cultos de invocação, onde supostamente o leitor poderá usá-los para seduzir outra pessoa ou até para arranjar a morte de um inimigo. O livro ainda enaltece a crença no dito popular, “olho por olho, dente por dente”, pois critica a reação de Jesus de dar a outra face quando este foi agredido.agredido.
Por que eu não deveria odiar os meus inimigos [?]… Não somos todos nós animais predatórios por instinto? Se os homens pararem de depredar os outros, eles poderão continuar a existir?… não é a desprezível filosofia da pessoa servil que vira as costas quando chutado?
Odeie seus inimigos… atinja-o dilacerando e desmembrando-o, pois autopreservação é a lei suprema! Quem mostra a outra face é um cão covarde!

Na quarta parte, no Livro de Leviatã para ser mais preciso, dezenove palavras poderosas que podem ser utilizadas em rituais satânicos são enumeradas, para liberar energias muito intensas, até mesmo sacrifícios humanos são permitidos, ensinando também a invocar Satã e a incitar o desejo sexual e a compaixão das pessoas.

Além do livro de LaVey, os praticantes do satanismo são impelidos a conhecer os livros de outros escritores como, Ayn Rand, Friedrich Nietzsche e Maquiavel, cujas livros dão ênfase à obtenção da auto-suficiência a partir do próprio potencial humano.

Aqui uma explicação um pouco mais detalhada sobre o assunto:

Malleus Maleficarum: O Martelo das Bruxas.

O Martelo das Bruxas ou O Martelo das Feiticeiras (título original em latim: Malleus Maleficarum) é uma espécie de manual de diagnóstico para bruxas, publicado em 1487, dividindo-se em três partes: a primeira ensinava os juízes a reconhecerem as bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes; a segunda expunha todos os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os; e a terceira regrava as formalidades para agir "legalmente" contra as bruxas, demonstrando como processá-las, inquiri-las, julgá-las e condená-las. Institoris e Sprenger oferecem um guia passo a passo sobre como conduzir o julgamento de uma bruxa, desde a reunião de provas até o interrogatório (incluindo técnicas de tortura). Mulheres que não choravam durante o julgamento eram automaticamente consideradas culpadas de bruxaria

O Martelo das Feiticeiras, é provavelmente o tratado mais importante que foi publicado no contexto da perseguição da bruxaria do Renascimento. Trata-se de um exaustivo manual sobre a caça às bruxas, publicado primeiramente na Alemanha em 1487, e que logo recebeu dezenas de novas edições por toda a Europa, provocando um profundo impacto nos julgamentos de pessoas acusadas de bruxaria no continente por cerca de 200 anos. A obra é notória por seu uso no período de histeria da caça às bruxas, que alcançou sua máxima expressão entre o início do século XVI e meados do século XVII.
O Malleus Maleficarum foi compilado e escrito por dois inquisidores dominicanos, Heinrich Kraemer e James Sprenger (em latim, Henrici Institoris e Iacobus Sprenger ). Os autores fundamentavam as premissas do livro com base na bula Summis desiderantes, emitida pelo Papa Inocêncio VIII em 5 de dezembro de 1484, o principal documento papal sobre a bruxaria. Nela, Sprenger e Kramer são nomeados para combater a bruxaria no norte da Alemanha, com poderes especiais.
Kramer e Sprenger apresentaram o Malleus Maleficarum à Faculdade de Teologia da Universidade de Colônia, na Alemanha, em 9 de maio de 1487, esperando que fosse aprovado. Entretanto, o clero da Universidade condenou a obra, declarando-a ilegal e antiética. Kramer, porém, inseriu uma falsa nota de apoio da Universidade em posteriores edições impressas do livro.O ano de 1487 é geralmente aceito como a data de publicação, ainda que edições mais antigas da obra tenham sido produzidas em 1485 ou 1486. A Igreja Católica proibiu o livro pouco depois da publicação, colocando-o no Index Librorum Prohibitorum (Índice dos Livros Proibidos). Apesar disso, entre os anos de 1487 e 1520, a obra foi publicada 13 vezes. Entre 1574 e a edição de Lyon de 1669, oMalleus recebeu um total de 16 novas reimpressões.
Agora um documentário completo sobre o assunto, de caça a bruxas, formas de julgamento e o conteúdo do Malleus!

Para você que se interessou pelo assunto, segue aqui uma cópia do livro em PDF: Malleus Maleficarum
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

A chave menor de Salomão: Goetia (Arte de Evocar e Invocar Anjos e Demônios)


Goetia (Latim da Idade Média), do Grego γοητεία (goēteia - "feitiçaria"). Refere-se à prática de Invocação de Anjos ou a Evocação de Demônios descritos no grimório do séc. 17, The Lesser Key of Solomon (A Chave Menor de Salomão) que retrata a Ars Goetia em sua primeira seção. O texto que se segue refere-se a algum espírito ou elemento deste sistema de magia, no entanto, é altamente recomendável que iniciantes leiam o artigo raiz, onde a definição de Goetia pode ser encontrada.









O Sistema

A Goetia basicamente trata-se de um sistema de evocação multipropósital. O livro é dividido em três partes, a saber:
  • A descrição dos 72 Espíritos e seus respectivos selos,
  • uma descrição dos principais materiais usados na Evocação e por fim...
  • as conjurações a serem usadas para chamar-se o espírito.
Para maior entendimento do sistema, daremos aqui um breve resumo de seu funcionamento.

Primeiros Passos

A primeira coisa a se fazer é escolher com qual espírito irá se trabalhar. Este momento é de suma importância e dele dependerá o sucesso ou não da evocação – uma forte motivação e um grande envolvimento emocional são de grande ajuda neste momento. Para uma escolha sensata, o melhor a se fazer é ler a descrição de cada um dos 72 espíritos para encontrar o que melhor se encaixa (em personalidade e poder) com suas necessidades.
O sistema de evocação em si não guarda grandes segredos. Seus elementos poderiam ser reduzidos a um mínimo composto por:
  • Baqueta – Ferramenta da vontade manifesta do magista
  • Círculo – Onde ficará o adepto protegido de qualquer influência externa.
  • Triângulo – É o local destinado a manifestação do espírito invocado, que lá estará contido e sob as ordens do mago.
  • Selo do Espírito – Cada um dos 72 espíritos possui seu próprio selo, que será disposto no triângulo para a conjuração.
  • Hexagrama de Salomão e Pentagrama de Salomão – Usados na proteção do mago.
  • Disco de Salomão - Usado em casos de emergência.

Segunda Parte

A segunda parte do livro contém descrições mais detalhadas sobre cada uma destas ferramentas, bem como a de acessórios opcionais que em sua maioria trarão maior eficiência ao rito.
Inicia-se então os preparativos para a evocação. Certifique-se de que não será interrompido, tire o telefone do gancho, desligar a campainha. . Comece colocando o Selo do espírito no triângulo e entrando no círculo. O próximo passo é a realização de um ritual de banimento (como o Ritual Menor do Pentagrama) seguido da Conjuração Preliminar do Inascido.
Chega-se a hora das Conjurações, começando pela Conjuração Preliminar do Não-Nascido. O uso das invocações tais como seguem na terceira parte do livro é geralmente usada simplesmente pela força que causa na psique do mago e pelo seu sucesso já provado em diversas ocasiões. No entanto, mais importante do que seguir um roteiro é envolver-se mental e emocionalmente com o texto.
Algumas pessoas gostam de reescrever as conjurações de modo a torná-las mais pessoais.
As Conjurações devem ser feitas até que se sinta a presença do espírito invocado, isto pode ser notado por uma sensação visual do quarto encher-se de neblina, queda súbita de temperatura, sensação de formigamento no corpo, simples premonição, etc...
Com a chegada do espírito às ordens podem ser então dadas à eles. Se for de seu desejo ver o espírito, na maioria das vezes terá que ordenar que ele apareça.
Quando digo “ver” quero dizer as diversas formas de manifestação sensória de um espírito: ele pode realmente se tornar visível, pode tremular em uma imagem, surgir e desaparecer como um vulto na área do triângulo, pode manifestar-se psiquicamente, aparecendo com detalhes na “tela mental”, entre outros...
Os comandos para o espírito conjurado devem ser obrigatoriamente expressos nas próprias palavras do adepto. As ordens ao espírito deveriam ser claras, e talvez algumas restrições deveriam ser impostas, como não ferir amigos e familiares, e quem sabe um prazo para que seus pedidos sejam compridos.
Existem duas formas basicamente de se barganhar com um espírito de Goétia. Pedindo, ameaçando-o ou recompensando-o. Na maioria das vezes o espírito pode aceitar ou negar um pedido seu e não exigir nada em troca. Alguns deles no entanto parecem ter uma certa tendência para a negociação. Se for necessário ameaçasse um espírito dizendo que seu selo será destruído.
Recompensa-os com a criação de uma nova cópia do sigilo (seja ela um trabalho artístico, um grafite ou o que quer que seja.), embora em casos mais complicados sacrifícios mais ousados sejam pedidos. Será comum você “ouvir” o espírito lhe oferecer mais do que você realmente pediu tentando persuadi-lo a desejar outras coisas. Permaneça firme em sua vontade inicial ou acabará fechando contratos dos quais vai se arrepender depois. Na negociação não é necessário ser estúpido como os magos medievais, muitos dos espíritos são razoáveis e amigáveis, seja flexível, mas mantenha-se sempre no controle.
Feito isso pode se dar a licença para o espírito partir. Use a versão fornecida pelo livro ou reescreva-a em uma forma mais pessoal. A licença deverá ser declarada até não se sentir mais a presença do espírito. Finalmente execute novamente o ritual de banimento. Recolha todos os acessórios e o selo que agora está “ativado”, deverá ser guardado em um lugar seguro, longe de mãos e olhos profanos.
Agora simplesmente aguarde o espírito cumprir sua missão. Durante este período esteja pronto para manifestações como o aparecimento dos espíritos em sonhos, a visão de vultos, ouvir o seu próprio nome falado alto em uma hora perdida do dia, sensações de arrepio e formigamento e inclusive a sensação do toque além de casos raros de poltergaist.
O sucesso é uma pratica freqüente neste sistema, mas em caso de falha temos duas alternativas. Podemos simplesmente esquecer o ocorrido e continuar nossas vidas, ou podemos dar um ultimato ao espírito. Para isso conjure o espírito mais uma vez e ordene que complete sua missão em um numero certo de dias sob a pena de ter seu selo torturado e/ou destruído. Na maioria das vezes isso bastará para fazer-lo cumprir seu dever. Esta é a base da prática Goetica. O sistema se revelará especialmente eficiente para aqueles que buscam poder, hedonismo e prazeres materiais. Na verdade asconseqüências podem ser similares a que se tem com o jogo ou com certas drogas no tocante de que tenderá cada vez com mais freqüências buscar poder e prazer com os espíritos. Se você acredita que corre o risco de perder o controle com a sensação de poder, este sistema não é para você.


Demônios Goéticos



Os Demônios Goéticos são os 72 espíritos apontados nos três versículos do Pentateuco, ou seja os cinco primeiros livros da Bíblia Sagrado (Génesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio).
Estes são espíritos Goéticos, de uma outra ordem; são entidades muitíssimo primitivas, e que foram adoradas durante os primórdios da humanidade. São deuses esquecidos que se tornaram demônios após a influencia cristã, mas isto é uma hipótese, a experiência demonstrará a verdade. Coincidentemente 72 pode ser o resultado da soma 66+6.
De qualquer forma estes são os 72 reis e príncipes poderosos que, conforme conta o mito, o Rei Shlomo (Rei Salomão) encerrou em uma arca do bronze junto com suas respectivas legiões. Dentre eles BELIAL, BILETH, ASMODAY e GAAPeram os principais. Devemos notar que Shlomo parace ter feito isso por puro orgulho, uma vez que nunca declarou as razões de ser impelido a agir assim.
Sendo que estes quatro grandes reis são geralmente chamados de Oriens, ou Uriens, Paymon ou Paymonia, Ariton ou Egyn e Amaymon ou Amaimon. Pelos rabinos são conhecidos sob os nomes de: Samael, Azazel, Azael e Mahazael.
Tendo-os aprisionado selou a sua Arca, que através da potencia divina foi encerrada numa gruta ou poço na antiga Babilônia. Passado algum tempo alguns babilônicos desavisados encontraram a Arca e quiseram abrí-la, imaginando que esta estivesse repleta de tesouros. Quando conseguiram os espíritos principais imediatamente fugiram com suas respectivas legiões, exceto BELIAL, que entrou em uma imagem e proferiu oráculos, sendo a partir de então adorado com ritos e sacrifícios sangrentos, como uma divindade.
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